13.8.09

Pedágio da Ponte de Igapó



Há alguns anos atrás, meu saudoso amigo, Daniel Victor de Hollanda, trouxe-me uma cópia de um recibo de Autorização para Passagem na Ponte de Igapó, no valor de Cr$ 5,00 (cinco cruzeiros), emitido pela Estrada de Ferro Central do Rio Grande do Norte, vinculada ao Ministério de Viação e Obra Públicas. Ele mesmo, de próprio punho, acrescentou alguns dados.
O Recibo de nº 7930, datado de 28 de Julho de 1946, autorizava a passagem do veículo de placas 427-Natal-RN de propriedade de Joaquim Victor de Hollanda, pai de Daniel.

2 comentários:

Efigênia Coutinho disse...

Manoel de Oliveira Cavalcanti Neto

Visitar este seu espaço foi muito gratificante, onde vamos conhecendo NATAL DE ONTEM,
meus cumprimentos ao seu importante trabalho,
com admiraçao,
Efigenia Coutinho
Escritora

ZÉ DE LOLA disse...

VISITANDO OS BLOGs DAS CIDADES DO RIO GRANDE DO NORTE, PERCEBI COMO É MARAVILHOSO O NOSSO RN.
Visite meu blog, e veja mais poesias;

http://poetazedelola.blogspot.com
POETA ZÉ DE LOLA: CIDADE: EQUADOR RN.

POESIA:
CONVERSANDO COM OS PÁSSAROS.

I
Mim diga o motivo
Conseqüência ou razão
Algum crime eu pratiquei?
Ou serei algum ladrão?
Se não sou um delinquente
Mim diga aí seu demente
Por que estou na prisão?
II
Existem organizações
Pra cuidar dos animais,
Mas permite uma licença
Veja só o que se faz
Você paga um tostão
O bicho vai pra prisão
Não se solta nunca mais.
III
Não há motivo qualquer
Que possa justificar
Tirar nossa liberdade
Que a natureza nos dá
É uma grande covardia
Praticada dia a dia
Quando isso vai parar?
IV
Ninguém por preço nenhum
Quer que viver engaiolado
Até mesmo um criminoso
Contrata um advogado
Pra fazer sua defesa
E às vezes com sutileza
Ele solta um culpado.
V
“Coloque-se” em nosso lugar
Use sua consciência
Fique preso numa gaiola
Faça uma experiência
Pra burrice tem limite
Por que você não admite
Essa sua incoerência?
VI
O pássaro vive feliz
Em seu habitat natural
Os homens ignorantes
Que gostam de fazer mal
Tira sua liberdade
E esta imbecilidade
Eles acham que é normal.
VII
Se eu fosse funcionário
Da defesa ambiental
Ficaria muito triste
Por ver como é natural
O crime que é praticado
Como está sendo depredado
O nosso reino animal.
VIII
Oh! Como seria bom
Que o homem se ligasse
Respeitasse a diferença
Que existe em outra classe
Depredar a natureza
É uma indelicadeza
Seria bom que mudasse